Exaltada

Exagerada, Excessiva, Fanática, Apaixonada, Grandiosa, Exaltada... Eu, minha obra, minha vida ou nada disso.

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Local: Rio de Janeiro, RJ, Brazil

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Espero








A caminhar sobre pedras, as mesmas pedras que passou.
E passar entre elas na maneira que antes eu fui.
Antes disso desisto e volto sem ti.
Permaneço quieta e espero e espero por aqui.
Sem medo, se houver medo
Mas peço pra ninguém o tempo inteiro
Que nada aconteça por sua ausência peço tanto que cruzo pernas e fecho olhos me estico em direção as copas mais altas do paraíso e ali permaneço intacta ao seu retorno.
Só, eu sinto o ar e a paz em que me deixaste.
Mas ainda assim chorei poucas lagrimas de decepção.
A espera inoportuna e sem fim me incomodava ainda mais que insetos desagradáveis que pairavam por lá.
Do frio que senti e das lagrimas congeladas de cólera lembro –me do ar quente de seus lábios a me consolar que derreteram sem dó meu sofrimento.

domingo, dezembro 11, 2005

Pensei.




Se minha arte não representa nada
Que esse mesmo nada seja representado
À medida que eu não queira dizer nada com minha arte fraca
E se ninguém entender meu legado
Que seja eu como muitos
Artista recuperado.

Alem disso a praia, cheia de loucos
Me parece extremamente acolhedora nessa horas
Não quero ser visual e nem aos poucos
Fugir do meu real sem ao menos olhar para atrás,
Ignoro a matemática prefiro a ciência dos traços
Perfeição é preciso e que seja a meta a mais.

Daqueles que vivem e aqueles que fazem parte
Que a arte invada seus diários comportamentos capitais
Se minhas imagens transmitirem arte
Por ser visado que o admirem aspiro mais,
A adaptação positiva que arde,
Da mensagem figurada ante
Modificada.

Que lhe desça ate o estomago e forneça ideais
Improdutivos nas mãos da sociedade legal
A arte é marginal e se os modernos são legais
É hora de padecer ao parnasiano, o símbolo ao real.



Tainá.

segunda-feira, outubro 24, 2005

Primeiro dia...

Entre as pedras da cidade, um caminho ou caminhar
De dois passos, duas sombras formadas Paraty
O sol atrás da gente guiando a direção
Vemos nossas sombras esticadas unidas no chão

Em direção ao mar ao lado oposto do vento
Foi lindo dar as mãos a quem eu quero sempre perto
Na areia, no mangue, na grama e nas pedras
Na rua antiga ou no barro batido

Andar não me cansava, pois me sentia carregada
O dia foi lindo passando e cada vez mais forte eu ficava
Até que a noite chegou e o medo me guiava
Descer aquela mata

Lembro do barulho dos bichos e dos nossos passos
Ainda assim cansada eu não estava
Com avelã e chocolate a noite apenas começava
Ao som da harpa na esquina

O vermelho apresentava o silêncio do nosso amor
A musica faltou, as palavras completaram
Pensamentos alinhados, a fidelidade de nossas idéias

A caminhar como românticos seguíamos os passos de uma época por nos dois explorada a caminhar pela lapa
O chorinho, a salada, a taça de vinho, a praça lotada

Boa noite meu amor...

segunda-feira, setembro 12, 2005

É tudo normal na frente do bar

Determinante real num circuito fechado,
Entre corpos tocantes tocados por corpos toques,
Faz parecer e se iguala ao mundo surreal
Aquele que torna e entorna seus problemas num bar,
Aquele normal conservado exigente determine, determine seu real,
Sem sair do circulo seu corpo luta por uma e por todas as causas infindas.
Homem peça,reze e agradeça por seus momentos de liberdade aludidas e iludidas
Negro que arranca o sangue da vingança nostálgica
que pede perdão e se revolta, mas não volta para casa
Dorme no chão como um cão ao lado dos olhos azuis da loira fedida
Tem um negro tranqüilo dentro de si,
E na luta de cada dia o digno é incapaz
A hóstia hoje mata a fome e extravasa o ser
É tudo normal na frente do bar como complemento da calçada a família descansava
Um negro, uma loira e uma confusão de cores.

quinta-feira, agosto 18, 2005

Tudo por audiência...



Política escancaradamente vulgar
Verdade displicente e coloquial
Colocada de supetão pela imposição
Necessária e contingente porem inescrupulosa
Não é estranho que justamente
O partido do povo dos trabalhadores,
Tenha errado tanto nas suas transações
Em toda a historia do país
Nunca se teve tanto azar como o Lula
As historias são tão surreais que nem
América atingiria esse grau de audiência.


È um golpe não de estado mais de imprensa
Veja quanta verdade descoberta no mesmo instante
A elite mais uma vez reclama por seu poder
Acabem com o proletário do poder de forma
Que o povo seja enganado mais uma vez
A carência e a ignorância como sempre foi
Está sendo usado a favor da minoria
Sociedade hipócrita , carente e ignorada.


Tainá Barros

segunda-feira, agosto 15, 2005




Dúvidas, dúvidas
Será que eu ainda te amo
Ou é mais um sinal
Da minha inclinação pro banal?
Será que você querMeu lado carnaval
Ou prefere ficar em casa?
Na dúvida, dúvidas
Tome o meu amor pela metade
Pra não machucar
Fuja um pouco da minha tristeza
Não há grandeza na dúvida
Pode ter certezaDúvidas, dúvidas
Será que eu acredito
Que tudo vai mudar
Ou é melhor virar a mesa?
Somos os reis da incerteza
Exploda um avião
Vá pra bem longe
Da minha confusão
Negue a sua ajuda
Fuja, fuja
Não há dúvida em nenhuma grandeza
Pode ter certeza


Cazuza

sexta-feira, agosto 12, 2005

Aids





Essa é uma aquarela que eu fiz apartir de uma foto de uma materia sobre a aids na Africa não sei se a mulher está morta, mas da mesma forma é chocante a cena, espero que gostem...